SinopseBeing connected to Daemon Black sucks… Thanks to his alien mojo, Daemon’s determined to prove what he feels for me is more than a product of our bizarro connection. So I’ve sworn him off, even though he’s running more hot than cold these days. But we’ve got bigger problems.
Something worse than the Arum has come to town…

The Department of Defense are here. If they ever find out what Daemon can do and that we're linked, I’m a goner. So is he. And there's this new boy in school who’s got a secret of his own. He knows what’s happened to me and he can help, but to do so, I have to lie to Daemon and stay away from him. Like that's possible. Against all common sense, I'm falling for Daemon. Hard.
But then everything changes…
I’ve seen someone who shouldn’t be alive. And I have to tell Daemon, even though I know he’s never going to stop searching until he gets the truth. What happened to his brother? Who betrayed him? And what does the DOD want from them—from me?
No one is who they seem. And not everyone will survive the lies…

Opinião: Onyx é o segundo livro da série Lux de Jennifer L. Armentrout e, apesar de as minhas expectativas se situarem na estratosfera, não fiquei desiludida, pelo contrário. Onyx é, como Obsidian antes dele, um livro encantador, diferente no seu conteúdo paranormal e divertido! Desde a primeira à última página que sentia uma vaga de adrenalina e de felicidade sempre que tinha algum tempo para dedicar à leitura. Onyx é tudo o que um livro deve ser.

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Opinião: Elementos Secretos ou Hidden Figures é um filme baseado na obra de Margot Lee Shetterly, lançado em 2016 que relata a história até agora desconhecida de três mulheres afro-americanas que tiveram posições de destaque na NASA no início da década de 1960, nomeadamente, na missão de colocar o homem em órbita com o planeta Terra e, mais tarde, na ida do homem à lua.
O filme não assume completamente o seu lado dramático havendo imensos momentos de alívio cómico. No entanto, os momentos mais dramáticos, aqueles onde vemos em primeira mão a verdade por detrás de uma vivência segregada, são poderosos. O racismo, assim como o machismo são trabalhados intensamente e criam no espectador uma sensação de impotência e de revolta que acaba por ser atenuado por personagens como a de Kevin Costner que está à frente do seu tempo, vendo para além do género e da cor. Aqui na NASA todos fazemos chichi da mesma cor.
Enquanto espectador, celebramos as pequenas vitórias e choramos com as derrotas. Baseado em factos verídicos é difícil não gostar das três protagonistas, sendo que Janelle Monáe e Octavia Spencer possuem actuações mais secundárias mas com o propósito de testar os limites da sociedade branca. Ambas as actuações são actuações de valor e com mensagens que, infelizmente, ainda servem para os dias de hoje. Se fosse um homem já o seria.
Elementos Secretos prende o público do início ao fim. O desenvolvimento espacial mistura-se na perfeição com o estado político do país na década de 60 e as descobertas das formulas matemáticas transita com facilidade para uma vida familiar difícil e para a violência a que os afro-americanos estavam - e ainda estão - sujeitos. É impossível não sentir algum tipo de emoção ao ver três mulheres inteligentes, discriminadas não só pelo seu género mas também pela sua cor a conquistar o mundo dos homens, a abrir a passagem para outras tantas como elas.

Here at NASA we all pee the same colour



Outros títulos da autora


Opinião: O meu coração está cheio. A Bela e o Monstro não é o meu filme preferido da Disney - o troféu vai para O Rei Leão - mas anda lá perto. Bela, com a sua inteligência, personalidade e amor por livros conquistou-me desde tenra idade, mostrando que não nos devemos diminuir para conquistar o coração de outros. Bela reage, procura, e luta. Um exemplo para todas as crianças.
A verdade é que gostaria de ter visto a versão animada antes de ir ver o live action, mas o tempo não era muito e o entusiasmo em excesso, por isso, apenas, fui. Para aqueles com receio de que esta nova versão de A Bela e o Monstro possa estragar a imagem que têm do original: não se preocupem. A linha da história é a mesma, se não melhor. A banda sonora e as músicas mantém-se, imaginadas num mundo real, interpretadas maravilhosamente por cada um dos actores, levando o mais forte dos corações às lágrimas. Quem não se recorda da música "Beauty and the Beast"?

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Sinopse: Beauty and the Beast is one of the most classic tales ever written. A beautiful daughter dreams of meeting a handsome prince, but in order to save her father's life, she leaves home to live with a terrible, frightening beast. Though her patron is hideous, his disarming generosity slowly leads to a surprising connection. Generations of children have been fascinated by the story of the girl named Beauty, who grows to love a fearsome beast by learning to see and cherish his kindness, generosity, and intelligence.

OpiniãoA Bela e o Monstro é um conto-de-fadas intemporal que povoou a infância de um número demasiado grande de adultos, um conto-de-fadas que ainda consegue maravilhar crianças pelo mundo fora e que é, neste momento, mais conhecido pela sua adaptação animada.
Para além dos livros infantis que são uma cópia transcrita do filme da Disney, não conhecia a versão de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont que rescreveu o conto de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve, a autora original, em 1756. O conto original La Belle et la Bête, data de 1740, pelo que é realmente antigo, um pormenor que escapava ao meu conhecimento, pelo que foi uma surpresa.
É diferente. É realmente muito diferente. Para os mais familiarizados com a versão da Disney, as semelhanças existem quer seja pela rosa que Beuty ou Bella pede ao pai, quer seja pela transformação do Monstro ou Beast novamente no Príncipe.

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Sinopse: Riley Bloom deixou a irmã, Ever, no mundo dos vivos e atravessou a ponte que conduz à vida depois da morte - um local chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Acompanhada pelo seu cão, Botão de Ouro, Riley juntou-se aos seus pais e está prestes a instalar-se numa morte agradável e descontraída quando a chamam para comparecer perante o Conselho. 
Aí, revelam-lhe um segredo - a vida depois da morte não é só uma eternidade de boa vida e Riley tem de trabalhar. Confiam-lhe, nessa altura, uma tarefa, a de ser uma Apanhadora de Almas, e um professor, Bodhi, um rapaz estranho que ela não consegue compreender bem. 
Riley regressa à Terra com Bodhi e Botão de Ouro para a sua primeira missão: um Rapaz Luminoso está a assombrar uma castelo em Inglaterra há séculos. Muitos Apanhadores de Almas tentaram convencê-lo a passar a ponte e falharam. Mas isso aconteceu antes de ele conhecer Riley.

OpiniãoClaridade apresenta um novo conceito do que é a vida depois da morte, um mundo que não é muito diferente do mundo dos vivos. Alyson Noel criou um conceito interessante daquilo que seria o "céu" com o conceito que se traduz no "Aqui & Agora". Um conceito que Riley, a protagonista de doze anos cujo maior desejo era chegar aos treze anos e ser oficialmente uma adolescente, parece ter dificuldade em compreender.

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Opinião: Não posso deixar de expressar a minha completa surpresa com Fallen. Durante os primeiros minutos do filme fiquei estarrecida com a qualidade, com a forma como decidiram apresentar o conteúdo paranormal da história de amor de Luce e de Daniel e admito que não pude deixar de ficar chocada por estar, efectivamente a adorar cada pedaço do filme. A minha relação com a escrita de Lauren Kate é peculiar e, por alguma razão, achei que esse sentimento ia passar para a adaptação cinematográfica, mas não. A meu ver - apesar de alguns pontos menos bons - Fallen está belíssimo.
Fallen é uma história de amor, portanto, não se deixem enganar pelos efeitos especiais. A essência do livro é efectivamente um romance proibido, um amor maldito e Jeremy Irvine e Addison Timlin foram absolutamente fantásticos. Addison interpretou Lucinda de uma forma profunda. As emoções da actriz eram facilmente contagiantes, a forma como entregava o diálogo adequava-se às situações e, mais importante, a sua evolução pareceu-me realista e não forçada. O mesmo para o actor que interpreta Daniel Grigori que me fez sentir cada pedaço da sua dor como se fosse minha.
A cinematografia deixou-me de boca aberta, a música adequou-se perfeitamente ao ambiente, ao próprio tom da história evoluindo à medida que as recordações surgem, que mortes acontecem e que verdades são expostas, os efeitos especiais não foram os melhores mas também não me fizeram desviar o olhar de horror.
Fiquei realmente impressionada. As minhas expectativas estavam muito perto do zero mas, de algum modo, o casting estava on point, a química existia e Fallen ainda fez algo que quatro livros não conseguiram mas que a autora ainda tentou - fez-me sentir que, por momentos, Luce poderia ficar melhor com Cam e fez-me chorar a morte de um inocente de quem nada sabia e com o qual nunca me importei.
Mas, como na maior parte das adaptações, houve partes que se afastaram do material original, mas, ainda assim, foram alterações aceitáveis que não mudaram de forma ultrajante o coração da história e, apesar de não vermos tanto quanto gostaríamos de personagens como Gabby, Arianne ou Roland eles existem e, mais importante, a sua presença é notada e serve como motor para o ambiente de mistério e de descoberta que envolve a protagonista.
Por outro lado, Fallen pecou - muito - pelo final. Os efeitos especiais não aquecerem nem arrefeceram e uma luta que devia parecer épica pareceu-se mais com uma luta juvenil entre dois seres poderosos mas, ainda assim, o que mais me chateou, foi a falta de "tacto" para a morte de uma das personagens mais queridas e, pelo final anti-climático. Desde o momento da descoberta, demoramos cinco minutos a chegar aos créditos. Não há cúpula, não há aprisionamento, não há medo, apenas uma imensa confusão pela rapidez com que a acção se desenvolve à frente dos meus olhos. No entanto, a verdade é que removendo o final, a viagem, a jornada até à verdade não é senão interessante e misteriosa e Fallen é certamente uma adaptação que merecia mais do que aquilo que provavelmente vai ter.
Outros títulos da colecção:
*Anjo Caído - adaptação cinematográfica aqui.
*Tormento
*Paixão 
*Êxtase
*Unforgiven
*Fallen in Love (short-stories)

Outros títulos da autora
*Lágrima 
*A Cascata do Amor

*Last Day of Love (short-stories)


Sinopse: Em 2003 numa viagem com a família, o pequeno Colton, sentado na sua cadeirinha no banco de trás do carro, começou a falar sobre os anjos que o tinham visitado durante a operação à apendicite agua... O pai sacerdote, nem quero acreditar. Estacionou, respirou fundo, e fez algumas perguntas ao filho. E o miúdo respondeu, sem dar muita importância ao assunto. Falou dos seus encontros com Deus e com Jesus, das visões que teve durante a cirurgia, da mãe e do pai a rezarem enquanto ele era operado. 
Foi apenas o início. Nos anos seguintes, nas alturas mais inesperadas, a crianças recordaria a sua breve passagem pelo Céu. Vinham-lhe à memória imagens de factos que não conhecia, nem poderia conhecer: como o bisavô, que tinha morrido há mais de 30 anos, ou a irmãzinha mais nova - um aborto da mãe mantido há anos em segredo pela família. 
Como era possível? Todd Burpo, pai mas também homem da Igreja, encarou a situação com enorme cepticismo. Consultou elementos da sua congregação, investigou sobre o assunto. E aos poucos teve de se render à evidência: o seu filho tinha de facto visitado o céu, e trazia consigo uma importante mensagem para partilhar...

Opinião: O Céu Existe Mesmo relata a história de Colton, um menino de quatro anos que, no seguimento de uma cirurgia ao apêndice foi ao Céu e de lá trás relatos de aspectos fantásticos capazes de dar esperança ao homem mais descrente. Ao longo dos anos, o menino vai crescendo e, com ele, vão se desenrolando mais pormenores sobre aquela que é a vida depois da morte.

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Sinopse: Mishima, o pai, é especialista em mortes violentas e dirige o negócio com mão de ferro. Lucrécia, a matriarca, é grande adepta de envenenamentos e detém as receitas mais fatais. A prole, composta por Vincent que projecta um parque diversões temático, e Marilyn que se vê obrigada a renunciar ao suicídio para manter o bom nome da família, aumenta com o nascimento de Alan, a criança que traz com ela uma terrível maldição: a alegria de viver. 
O pequeno Alan passa os dias a cantarolar, a consolar os cliente e, pior que tudo, a rir. Sim, Alan gargalha. Alan é um optimista. E prepara-se para saltar com gáudio e devoção o próspero negócio de família.

Opinião: "A sua vida foi um fracasso? Connosco a sua morte será um sucesso!" Esta frase é o lema da Loja dos Suicídios e da família Tuvache e resume na perfeição a essência da história. Jean Teulé criou uma narração diferente, recheada de humor negro, algo que, até agora, ainda não me tinha passado pelas mãos. As personagens são, a bem ver, únicas, com um propósito de vida fora do normal: proporcionar a morte das outras pessoas.
A verdade é que me ri várias vezes em voz alta com a absurdidade da Loja dos Suicídios e, se me afastar o suficiente, consigo perceber até que ponto é que pode parecer ofensivo, uma vez que uma depressão não se cura apenas com uma máscara gira. Mas, Jean Teulé não deu muita importância aos motivos pelos quais os fregueses desejavam a noite eterna, mas sim à forma como eles o iriam fazer ou à forma como Alan, o pequeno raio de sol da Loja dos Suicídios procurava impedir o acto.
A Loja dos Suicídios tem uma mensagem bem definida desde a primeira página: a vida vale a pena ser vivida. Percebemos rapidamente que, com Alan, vamos percorrer um caminho diferente, de revelação e de amor. Os seus irmãos são os primeiros a perceber, seguidos da Lucrécia, a sua mãe. Até lá as tentativas para reajustar a mente de Alan são uma das principais linhas temporais da história.
A Loja dos Suicidios lê-se rapidamente. Os capítulos são curtos, as frases bem espaçadas e é fácil de imaginar-mos a loja com os diferentes objectos porque ela vai-nos sendo apresentada, devagar. É o único espaço que Jean Teulé nos mostra e é o suficiente. No que toca à técnica, a escrita de Jean Teulé é irrepreensível e bela mas, não sei se foi da tradução ou não, por vezes deparava-me com frases completamente unidas pelo que quebrava o ritmo da leitura.
O fim dá-nos exactamente que aquilo que esperávamos e o oposto. Se há algo que não compreendo e que ainda me faz confusão é o motivo pelo qual Alan abriu a mão, porque é que fez exactamente aquilo que abominava. A sua ideia de sacrifício difere da minha e a compreensão ainda não me atingiu como desejava.
Outros títulos do autor


Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 546
Editor: Chiado Editora
ISBN9789895130771
Idioma: Português
SinopseSou a Sara, e estou agoniada, desesperada, com suores frios, o mundo ganhou profundidade, está calor, não, é frio, estou tonta. Tirem-me daqui, por favor.
É assim que se inicia o relato de Sara, a rapariga mais comum da cidade de Leiria. É-lhe transmitido pelo seu chefe um segredo de família que lhes trará dificuldades e mudanças.
Em pouco tempo, Sara verá a sua vida dar uma volta de 180º, viverá momentos de pânico, medo e de pura paixão.
Trata-se de um relato divertido, que descreve o desenrolar da trama de uma forma leve, dando a conhecer o ponto de vista de uma jovem na casa dos vinte anos e no auge da sua imaginação, descrevendo as cenas que vive com à-vontade e humor.

Onde Comprar:


Excerto

"Fui a andar bamboleando-me como fazem as modelos nos desfiles de moda. 
Logo aí começou mal, torci um tornozelo, mas lá veio o meu salvador amparar-me, e é aí com um ar muito espantado (pensava eu que por causa da minha figuraça, até dava saltos mortais por dentro de alegria),que me diz com um grande sorriso: 
- Gosto dessa nova moda! Não conhecia. 
- Que moda? Torcer um tornozelo no primeiro encontro? - Respondi a sorrir (namorávamos ou andávamos, como quiserem, há uma semana) 
- Não, desse “chapéu” novo, não conhecia. É a tendência deste verão? - Riu-se 
Não imaginam como me senti. Quando falou parecia que o fazia através de um megafone, de tão alto e nítidas que aquelas palavras me soaram: 
- Chapéu? – Disse eu num fio de voz. 
- Sim! Tens a touca do banho na cabeça! Estou mesmo desactualizado no que toca a moda, mas uma tal coisa nunca me passaria pela cabeça. - Riu 
(...) 
Aquela voz...fina, algo rouca e com uns agudos...Calem a mulher! Se calhar foi por isso que nunca casou. Ninguém aguenta. Para mais acompanhado com aquele feitio. "

Sobre a autora:

Vanessa Santos é natural de uma das freguesias mais antigas da cidade de Leiria, Cortes. Ao longo dos anos, foi descobrindo o gosto pela leitura, tendo concluído, que o seu gosto e género literário pende, essencialmente, para o thriller, terror, ficção científica e, principalmente, histórias de crime e mistério, sendo por isso, leitora de nomes como Agatha Christie e Stephen King. 
A autora de “Mors Tua, Vita Mea – A tua morte, a minha vida”, é licenciada em Direito, e Advogada estagiária, sendo publicada em Portugal e no Brasil nas áreas do direito civil e penal. 
A transição de ano de 2014 para 2015 culminou com a edição da sua primeira experiência no mundo da escrita com um texto que teimava em ficar apenas no fundo de uma gaveta, mas que se espera não ser o último a sair de lá.

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Comprados. Oferecidos. Cedidos.
Fantasia. Ficção Científica. Contemporâneo.
Português. Inglês. 
Autores Nacionais. Autores Estrangeiros.
Editorial Presença. Chiado Editora. HarperCollins. Simon's & Schuster. Topseller. Bertrand Editora. Entangled Publishing.  

Shatter Me 
The Unbecoming of Mara Dyer 
A Biblioteca de Almas

#um agradecimento especial a Carina Sapateiro por, muito gentilmente, me ter cedido o seu livro