SinopseApaixonar-se não fazia parte dos planos de Nora Grey. Nunca se sentira atraída por nenhum dos rapazes da sua escola, apesar da insistência de Vee, a sua melhor amiga.
Então, aparece Patch. Com um sorriso fácil e uns olhos que mais parecem trespassar-lhe a alma, Patch seduz Nora, deixando-a completamente indefesa.
Mas, após uma série de encontros assustadores com Patch, que parece estar sempre onde ela está, Nora não consegue decidir se há de cair-lhe nos braços ou fugir sem deixar rasto.
Em busca de respostas para o momento mais confuso da sua vida, Nora dá consigo no centro de uma antiga batalha entre imortais. E quando é chegada a altura de escolher um rumo, a opção errada poderá custar-lhe a vida.


Opinião: Hush Hush de Becca Fitzpatrick é um velho favorito. A primeira vez que o li tive a sensação de ser arrancada do meu mundo aborrecido e transportada para outro completamente diferente e muito mais excitante. Hush Hush tornou-se popular numa época pós-crepúsculo onde um BUM de livros paranormais e de fantasia levaram ao consumo excessivo do género mas, ainda assim, conseguiu captar a minha atenção o suficiente para o reler mais vezes do que aquelas que estou disposta a admitir. É uma leitura rápida e fácil. A complexidade depende se há ou não um conhecimento prévio aos elementos mais fictícios da história mas, mesmo esses são apresentados de forma simples e a autora é relativamente simpática ao tornar a linha temporal fácil de seguir.

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Opinião: A Rapariga que Roubava Livros de Markus Zusak é um livro belíssimo. Uma história narrada pela própria Morte num dos períodos mais negros da humanidade. A sua leitura foi uma experiência maravilhosa e emocionante. Nela, o autor elevou o uso e a importância das palavras o que fez com que fosse extremamente fácil criar uma conexão com a protagonista, Liesel Meminger. A premissa resulta de uma ideia fenomenal e a versão cinematográfica não ficou aquém das expectativas.

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Sinopse: Mara Dyer knows she isn't crazy. She knows that she can kill with her mind, and that Noah can heal with his. Mara also knows that somehow, Jude is not a hallucination. He is alive. Unfortunately, convincing her family and doctors that she's not unstable and doesn't need to be hospitalised isn't easy. The only person who actually believes her is Noah. But being with Noah is dangerous and Mara is in constant fear that she might hurt him. She needs to learn how to control her power, and fast! Together, Mara and Noah must try and figure out exactly how Jude survived when the asylum collapsed, and how he knows so much about her strange ability... before anyone else ends up dead!

#Xmas-a-Thon

Opinião: The Evolution of Mara Dyer é o segundo volume da trilogia da Mara Dyer escrita por Michelle Hodkin. O primeiro volume, The Unbecoming of Mara Dyer foi uma surpresa muito boa, possuindo tudo o que adoro num livro do género YA e The Evolution of Mara Dyer não ficou atrás. Na minha primeira review, afirmei que o plot da autora seguia a mesma linha que "uma dezena de milhares de outros livros YA" e, apesar de continuar com a mesma opinião, neste segundo volume, a autora distancia-se de livros como Twilight, Hush Hush ou Fallen. Já não são necessárias apresentações e, portanto não há se não espaço para o crescimento das personagens e para o desenvolvimento da história.

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Sinopse: Emma Carstairs vingou finalmente a morte dos pais, mas o sabor da vingança não é tão doce como imaginara.
Dividida entre o desejo proibido que sente por Julian Blackthorn, o seu parasitai, e a consciência da terrível tragédia que se abaterá sobre eles se esse amor for consumada, Emma simula uma relação amorosa com Mark, o irmão mais velho de Julian.
Mark, contudo, passou os últimos cinco anos da sua existência em Faerie...será que alguma vez vai conseguir esquecer o êxtase da Caçada Selvagem e abraçar de corpo e alma a sua condição de Caçador de Sombras?
Entretanto, em Faerie, as cortes não estão silenciosas. O rei Unseelie conspira o fim de toda a comunidade de Nefelins, e a rainha da Corte Seelie é uma aliada falível da causa dos Caçadores de Sombras. Uma reviravolta no instável xadrez da Paz Fria, para a qual contribuirá o regresso do Livro Negro dos Mortos e a sua promessa de destruição.
Opinião: O Senhor das Sombras de Cassandra Clare, decorre no mundo dos Caçadores de Sombras e é o segundo volume dos Artifícios Negros ou Dark Artifices. Depois de Lady Midnight é o livro pelo qual esperei durante demasiado tempo e, posso dizer com toda a certeza que, de todos os livros do mesmo universo - incluindo Instrumentos Mortais e As Origens - O Senhor das Sombras é o livro mais bem desenvolvido, o mais emotivo e o mais sofisticado. A escrita da autora melhorou imenso desde A Cidade dos Ossos, publicada precisamente há 10 anos e as histórias e o seu conteúdo têm melhorado e têm se aprofundado de livro para livro.

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SinopseEste é o volume final da saga «A Seleção», que apaixonou milhares de leitores por todo o mundo! Em A Herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira a passar pela sua própria seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração tem uma maneira estranha de surpreender-nos... E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.



Opinião: A Coroa continua com Eadlyn Schreave, a primogénita de America Singer e Maxon Schreave e a primeira na linhagem ao trono, a lidar com os acontecimentos finais de A Herdeira e a tomar a decisão de aceitar a sua condição de regente enquanto protectora do povo de Ílea e a tomar consciência do caminho solitário que está prestes a percorrer. Neste último volume, Eadlyn para além de ser obrigada a colocar em uso todas as lições que aprendeu ao longo dos anos em relação ao governo de um país, é igualmente obrigada a encontrar um marido e príncipe consorte por motivos confusos e que não foram bem explorados.

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Sinopse: Robert Langdon, conceituado simbologia de Harvard, está em Paris para fazer uma palestra quando recebe uma notícia inesperada: o velho curador do Louvre foi encontrado morto no museu, e um código indecifrável encontrado junto do cadáver. Na tentativa de decifrar o estranho código, Langdon e uma dotada criptologista francesa, Sophie Neveu, descobrem estupefactos uma série de pistas inscritas nas obras de Leonardo Da Vinci, que o pintor engenhosamente disfarçou. 
Tudo se complica quando Langdon descobre uma surpreendente ligação: o falecido curados estava envolvido com o Priorado de Sião, uma sociedade secreta a que tinham pertencido Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e Da Vinci, entre outros


Opinião: Em pleno século XXI Dan Brown com O Código Da Vinci reacendeu o debate sobre a manipulação da Igreja Católica sobre o cristianismo e sobre a forma - quase nunca correcta, quase nunca humanamente moral, - de manter uma imagem pura e divina. Para alguns, O Código Da Vinci pode ser o primeiro contacto literário com a purga da Igreja e com a forma repressiva com que lidaram com quem não lhes convinha. Esta não é a minha primeira leitura - ou segunda. O meu Código Da Vinci é um livro velho e usado, cujas páginas já foram percorridas meia dúzia de vezes.

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Assim como no Natal passado vou vou participar na Maratona de Natal do grupo Tuga-a-Thon do Facebook que é organizada pela Ordem d'Avis e que vai começar no dia 15 de Novembro e termina dia 31 de Dezembro. 
O objectivo é o de ler e concretizar o maior número de desafios e, neste caso, vou tentar ao máximo relacionar os desafios propostos com a TBR da #MLOutonoInverno2017.

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Sinopse: Se alguma vez perguntaste a ti próprio de onde veio a Snitch Dourada, como é que surgiram as Bludgers ou por que razão os Wigtown Wanderers têm a imagem de cutelos estampada no seu traje, deves ler O Quidditch Através dos Tempos. Esta edição limitada é uma reprodução do exemplar que se encontra na Biblioteca da Escola de Hogwarts, onde é quase diariamente consultado pelos jovens adeptos do Quidditch.Os lucros obtidos com a venda deste livro reverterão a favor do Movimento Comic Relief, que utilizará o teu dinheiro para continuar a implementar acções que permitirão ajudar os mais necessitados e a salvar muitas vidas - acções essas que são ainda mais importantes e admiráveis que o tempo de três segundos e meio que Roderick Plumoton levou a apanhar a Snitch Dourada em 1921.


Opinião: Quidditch Através dos Tempos não pode ser considerado um livro com nome próprio. À semelhança do que acontece com Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los e ao contrário de Os Contos de Beedle, o Bardo, não há uma história concreta com início, meio e fim. Não há personagens. Quidditch Através dos Tempos actua como uma enciclopédia do jogo mais famoso entre  os feiticeiros do mundo criado por J.K.Rowling para uma causa altruísta. Nele aprendemos sobre a origem das regras, as faltas e o motivo pelo qual os feiticeiros escolheram a vassoura como meio de transporte.

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Sinopse: Virei-me para sair, mas a porta fechou-se a poucos centímetros da minha cara. De repente, um vento pareceu soprar através da sala e as fotografias nas paredes chocalharam. Quando me virei de novo para as raparigas, estavam as três a sorrir, os cabelos a ondularem-lhes a volta dos rostos como se estivessem debaixo de água.
O único candeeiro de sala tremeluziu e apagou-se. Eu apenas conseguia distinguir faixas prateadas de luz que passavam sob a pele das raparigas, como mercúrio. Até os seus olhos brilhavam.
Começaram a levar, as pontas dos sapatadas regulamentares de Hecate mal tocando a carpete musgosa. Agora, já não eram rainhas do baile de finalista, nem supermodelos - eram bruxas e até pareciam perigosas.
Apesar de me debater contra a vontade de cair de joelhos e colocar as mãos acima da cabeça, pensei, "Eu também seria capaz de fazer aquilo?".


Opinião: Hex Hall de Rachel Hawkins foi o que eu esperava dele: um livro de uma complexidade mediana,  de leitura rápida e que entretém. A premissa inicial é bastante simples: Sophie Mercer, a protagonista e uma bruxa que adquiriu os seus poderes aos treze anos de idade, é enviada para Hex Hall, uma espécie de escola correctiva para Pródigos (diga-se de passagem, lobisomens, mutáveis, fadas, bruxas e feiticeiros) para aprender a controlar os seus poderes e não ser apanhada no mundo humano por vários grupos de fanáticos que querem qualquer criatura com poderes morta.

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Opinião: Riverdale é uma série do canal The CW baseada nas personagens da BD Archie Comics, Archie Andrews, Betty Cooper, Jughead Jones e Veronica Lodge, criados por John L. Goldwater e escritos por Vic Bloom. Não conheço a BD. Não tenho qualquer conhecimento sobre as histórias ou conceitos sobre o qual se debruça. Não estou familiarizada com o trabalho do criador e do autor. Até começar a ver Riverdale, nem sequer sabia que algo chamado Archie Comics existia, tal era o meu nível de ignorância. Mas a verdade é que existe e, se a sua existência motivou a criação da série só posso estar grata.

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