Opinião: O Diário da Nossa Paixão de Nicholas Sparks, ou The Notebook na versão original, é um filme que depressa se tornou um clássico. As personagens já são nossas conhecidas das vezes que o filme passou na televisão e já somos capazes de antecipar os nossos momentos favoritos e, talvez, adivinhar algumas das falas. É um filme capaz de transpor a barreira do tempo e mesmo há vigésima terceira vez, provocar umas quantas lágrimas.

Ler Mais


Sinopse: When Mara Dyer wakes up in hospital with no memory of how she got there, or any explanation as to why the bizarre accident that caused the deaths of her boyfriend and two best friends left her mysteriously unharmed, her doctors suggest she start over in a new city, at a new school, and just hope her memories gradually come back. 
But Mara's new start is anything but comforting. She sees the faces of her dead friends everywhere and now she's started to see other's people deaths before they happen. Is she going crazy? As if dealing with all this isn't enough, Noah Shaw, the most beautiful boy she's ever seen, can't seem to leave her alone. But does he have her best interests at heart, or another agenda altogether

Opinião: The Unbecoming of Mara Dyer permaneceu intocável na minha prateleira durante meses. Por vezes olhava-o de relance, e questionava-me o porquê de não avançar na leitura. As reviews são uma mistura de cinco estrelas e de uma estrela mas, ainda assim, a sinopse continuava a deixar-me ligeiramente intrigada, motivo pelo qual comprei o livro. Por fim, decidi que estava na altura de pegar nesta beleza de 452 páginas. Algo que já devia ter feito há imenso tempo.

Ler Mais



Opinião: Everything, Everything, ou Tudo, Tudo e Nós de Nicola Yoon, é um livro YA que provoca uma leitura compulsiva. A autora descreve na perfeição as emoções que uma pessoa com um corpo doente sente e a vida familiar que se desenvolve devido à presença desta situação estranha e nada recomendável. A verdade é que a impotência e frustração que advém da situação da Madeline são muito bem retratadas no livro, quase de forma palpável mas, infelizmente o mesmo não aconteceu no filme por uma razão muito simples: A imaginação. - Madeline possui uma imaginação fértil que a leva para diferentes locais e, consequentemente leva o espectador a afastar-se da sua condição de prisioneira. Um café. Uma biblioteca. O mar. Tudo isso leva o espectador a quase esquecer a doença que a autora descreve tão bem.

Ler Mais


Sinopse: Molching, um pequeno subúrbio de Munique durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Hummel as pessoas vivem um dia-a-dia penoso, sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar. 
A Morte, a narradora omnipresente e omnisciente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos. Hans o pintor acordeonista de olhos de prata e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, cujo herói era o atleta negro Jesse Owen e de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann e que escreveu e ilustrou livros para oferecer à rapariga que roubava livros, sobre as páginas do Mein Kampf recuperadas com tinta branca, ou ainda a história da mulher que convidou Liesel a frequentar a sua biblioteca, enquanto os nazis queimavam livros proibidos em grandes fogueiras. Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedidamente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção.

Opinião: A Rapariga que Roubava Livros de Markus Zusak é um livro belíssimo que, para além de exultar a bondade humana num dos períodos mais negros da sua história, eleva o uso das palavras, tornando-as numa personagens secundária. As mesmas palavras, que nós leitores amamos e odiamos simultaneamente e que são uma bóia de salvação para Liesel e um elo de ligação com o leitor. Este é um livro diferente em vários aspectos, seja pela escrita lírica que nos leva obrigatoriamente a pensar e a sentir, seja pela sua narradora improvável: A Morte. A ideia é simplesmente fenomenal. Markus Zusak usa a Morte como narradora, transformando-a em algo/alguém, digno de compaixão e até mesmo de amor, enquanto nos fornece informações passadas ou mesmo futuras sobre as pessoas sobre quem lemos e depositamos o nosso coração.

Ler Mais