Sinopse: Starr tem 16 anos e move-se entre dois mundo: o seu bairro periférico e problemático, habitado por negros como ela, e a escola que frequenta numa elegante zona residencial de brancos. O grácil equilíbrio entre estas duas realidades é quebrado quando Starr se torna a única testemunha do disparo fatal de um polícia contra Khalil, o seu melhor amigo. A partir daí pairam sobre a Starr ameaças de morte: tudo o que ela disser acerca doc rime que presenciou pode ser usado a seu favor por uns, mas sobretudo como armas por outros. Um poderoso romance juvenil, inspirado pelo movimento Black Live Matter e pela luta contra a discriminação e a violência

Opinião: Qual é a definição de racismo? "O racismo é a discriminação social baseada no conceito de que existem diferentes raças humanas e que uma é superior às outras. (...) Consiste numa atitude depreciativa e discriminatória não baseada em critérios científicos em relação a um grupo social ou étnico." The Hate U Give ou O Ódio que Semeias na versão em português é um livro que retrata uma situação - infelizmente - real do que a discriminação pela raça ou pelo background podem fazer num ambiente policial. Inspirado pelo movimento #BlackLivesMatter, um movimento ativista que luta contra a brutalidade policial e contra as condições sociais e políticas que oprimem os negros dos EUA, Angie Thomas apresenta-nos um livro importante e que deve ser lido por todos.

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Opinião: Imaginem um jogo de Verdade ou Consequência mas onde a única resposta possível é a Consequência, no entanto, podem decidir ser jogadores (players) ou observadores (watchers). No primeiro caso, executam os desafios. No segundo caso, não só observam, como filmam e ainda decidem os desafios dos jogadores. O objectivo? Um monte de dinheiro por cada tarefa cumprida para aqueles que têm a coragem de jogar.

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Opinião: Não sou a pessoa mais familiarizada com as obras e as adaptações de Stephen King, no entanto, IT, ao contrário de A Torre Negra, chamou-me a atenção pela quantidade de críticas, algumas das quais impressionantes e, sendo uma apaixonada irremediável por filmes que me deixam na ponta da cadeira e com o coração nas mãos, vi-me obrigada a assistir. Realço que não li o livro IT, não vi a mini-série com o mesmo nome e conceito, nunca vi nada remotamente revelador do final ou do conteúdo do próprio filme.

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Assim como no Verão, neste Outono e Inverno vou participar na Maratona Literária Outono | Inverno 2017 (#MLOutonoInverno2017) que é organizada pelo blog Flames e Agora que Sou Crítica e que vai começar no dia 15 de Outubro às 23h59 e termina dia 15 de Janeiro às 23h59. 
O objectivo continua a ser o mesmo: ler no período da maratona o maior número de páginas possível e, para adicionar "páginas" ao nosso contador, ainda podemos fazer desafios extra que incluem a fotografia.

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SinopseO que é o verdadeiro amor?
Para Eduardo, de 17 anos, é a mãe e o irmão mais velho, Simão. Este, porém, tem um segredo que o empurra para a bebida e Eduardo receia que o seu irmão se suicide, tal como o pai de ambos o fizera, dez anos antes.
Júlia acredita que passou ao lado de um grande amor. Em busca da verdade que mudará a sua vida, regressa à vila de Apúlia para reconstruir um passado de que não se consegue recordar.
O caminho desta mulher perturbada está prestes a cruzar-se com o de Eduardo, trazendo à tona segredos, paixões agressivas e remorsos intemporais, com consequências devastadoras sobre a vida da outrora pacata vila piscatória.
Uma alegoria moderna de um clássico, onde os humanos se destroem sem precisarem de intervenção divina.

Opinião: Em primeiro lugar tenho de agradecer à autora, Andreia Ferreira por, muito gentilmente, ter disponibilizado o seu livro e apesar de ter conhecimento dos seu livros anteriores, Maresia e Fortuna marca a minha estreia com a autora e foi um estalo na minha reticência a novos autores. Enquanto leitora fiquei muito impressionada.

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Sinopse: Dustwalk is an unforgiving, dead-end town. It's not a place to be poor or orphaned or female. And yet Amani Al'Hiza must call it "home". 
Amani wants to escape and see the world she's hear about in campfire stories. 
Then a foreigner with no name turns up, and with him she has the chance to run. 
But the desert plains are full of dangerous magic. The Sultan's army is on the rise and Amani is soon caught at the heart of a fearless rebellion...

Opinião: Com Rebel of the Sands foi a primeira vez que me debrucei sobre uma leitura cujo setting resulta de uma mistura da mitologia árabe e das vivências do médio oriente com o faroeste. É uma mistura que não pensei que fosse deixar uma sensação tão entusiástica como a que deixou, mas a verdade é que o fez. Para qualquer leitor, é fácil de perceber que Rebel of the Sands possui demasiadas influências - árabes, gregas, irlandesas - e que há uma base forte e estrutural por detrás das palavras da autora. No entanto, a minha ignorância no folclore era tal, que dei por mim sem saber o que era mitológico e o que foi originalmente criado pela autora. Fui obrigada a consumir Rebel of the Sands como um todo, uma coisa própria, esquecendo qualquer base mitológica que pudesse haver porque pura e simplesmente não a conhecia. Rebel of the Sands foi uma autêntica surpresa. 

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Opinião: The Handmaid's Tale ou A História de uma Serva é baseada no livro homónimo de Margaret Atwood. É uma série que vai provocar um conjunto de emoções que vão desde o choque, à revolta, passando pela indignação e pela náusea, apresentando uns Estados Unidos da América distópico - agora chamados de A República de Gilead - onde, após uma vaga de infertilidade e uma diminuição da taxa de natalidade, as mulheres férteis - as Handmaid's - são obrigadas a conceber os filhos e filhas das famílias mais ricas e influentes do governo, servindo sobretudo como concubinas. 

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Sinopse: No one knows why Juliette's touch is fatal, but The Reestablishment has plans for her. Plans to use her as weapon. But Juliette has plans of her own. After a lifetime without freedom, she's finally discovering a strength to fight back for the very first time - and to find a future with the one boy she thought she'd lost forever. 

I have a curse. I have a gift. 
I'm a monster. I'm more than human. 
My touch is lethal. My touch is power. 
I'm their weapon. I will fight back. 

Opinião: Depois do The Unbecoming of Mara Dyer de Michele Hodkin, chegou a vez de Shatter Me de Tahereh Mafi. À semelhança do primeiro, Shatter Me relata as aventuras e desventuras de uma protagonista capaz de provocar a destruição e a morte daqueles que a rodeiam com um simples toque. Esta não é uma ideia nova, tendo sido já reciclada múltiplas vezes ao longos dos anos, seja nos livros ou no cinema, nomeadamente na saga X-Men com Rogue - embora de forma diferente. Na verdade, para os últimos capítulos, Shatter Me assemelha-se bastante ao mundo dos X-Men com a multiplicidade de poderes, a sensação de rejeição, seguida da sensação de pertença.
Shatter Me é um livro de emoções. Num mundo distópico onde a busca por poder reina sobre o bem-estar dos cidadãos comuns, somos apresentados a uma protagonista mentalmente instável. Aqui, a autora faz maravilhas com a repetição sistemática de frases e com o uso das "palavras rasuradas". Fá-lo para evidenciar as verdadeiras emoções da protagonista ou a verdade por detrás de palavras fingidas. É uma dinâmica que nunca tinha experimentado durante uma leitura - refrescante. As emoções variam ao longo das páginas à medida que Juliette Ferrars aprende mais sobre si mesma e sobre a sua história e daqueles que a rodeiam. 

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Opinião: O Diário da Nossa Paixão de Nicholas Sparks, ou The Notebook na versão original, é um filme que depressa se tornou um clássico. As personagens já são nossas conhecidas das vezes que o filme passou na televisão e já somos capazes de antecipar os nossos momentos favoritos e, talvez, adivinhar algumas das falas. É um filme capaz de transpor a barreira do tempo e mesmo há vigésima terceira vez, provocar umas quantas lágrimas.

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Sinopse: When Mara Dyer wakes up in hospital with no memory of how she got there, or any explanation as to why the bizarre accident that caused the deaths of her boyfriend and two best friends left her mysteriously unharmed, her doctors suggest she start over in a new city, at a new school, and just hope her memories gradually come back. 
But Mara's new start is anything but comforting. She sees the faces of her dead friends everywhere and now she's started to see other's people deaths before they happen. Is she going crazy? As if dealing with all this isn't enough, Noah Shaw, the most beautiful boy she's ever seen, can't seem to leave her alone. But does he have her best interests at heart, or another agenda altogether

Opinião: The Unbecoming of Mara Dyer permaneceu intocável na minha prateleira durante meses. Por vezes olhava-o de relance, e questionava-me o porquê de não avançar na leitura. As reviews são uma mistura de cinco estrelas e de uma estrela mas, ainda assim, a sinopse continuava a deixar-me ligeiramente intrigada, motivo pelo qual comprei o livro. Por fim, decidi que estava na altura de pegar nesta beleza de 452 páginas. Algo que já devia ter feito há imenso tempo.

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Opinião: Everything, Everything, ou Tudo, Tudo e Nós de Nicola Yoon, é um livro YA que provoca uma leitura compulsiva. A autora descreve na perfeição as emoções que uma pessoa com um corpo doente sente e a vida familiar que se desenvolve devido à presença desta situação estranha e nada recomendável. A verdade é que a impotência e frustração que advém da situação da Madeline são muito bem retratadas no livro, quase de forma palpável mas, infelizmente o mesmo não aconteceu no filme por uma razão muito simples: A imaginação. - Madeline possui uma imaginação fértil que a leva para diferentes locais e, consequentemente leva o espectador a afastar-se da sua condição de prisioneira. Um café. Uma biblioteca. O mar. Tudo isso leva o espectador a quase esquecer a doença que a autora descreve tão bem.

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Sinopse: Molching, um pequeno subúrbio de Munique durante a Segunda Guerra Mundial. Na Rua Hummel as pessoas vivem um dia-a-dia penoso, sob o peso da suástica e dos bombardeamentos cada vez mais frequentes, mas não deixaram de sonhar. 
A Morte, a narradora omnipresente e omnisciente, cansada de recolher almas, observa com compaixão e fascínio a estranha natureza dos humanos. Através do seu olhar intemporal, é-nos contada a história da pequena Liesel e dos seus pais adoptivos. Hans o pintor acordeonista de olhos de prata e Rosa, a mulher com cara de cartão amarrotado, do pequeno Rudy, cujo herói era o atleta negro Jesse Owen e de Max, o pugilista judeu, que um dia veio esconder-se na cave da família Hubermann e que escreveu e ilustrou livros para oferecer à rapariga que roubava livros, sobre as páginas do Mein Kampf recuperadas com tinta branca, ou ainda a história da mulher que convidou Liesel a frequentar a sua biblioteca, enquanto os nazis queimavam livros proibidos em grandes fogueiras. Um livro sobre uma época em que as palavras eram desmedidamente importantes no seu poder de destruir ou de salvar. Um livro luminoso e leve como um poema, que se lê com deslumbramento e emoção.

Opinião: A Rapariga que Roubava Livros de Markus Zusak é um livro belíssimo que, para além de exultar a bondade humana num dos períodos mais negros da sua história, eleva o uso das palavras, tornando-as numa personagens secundária. As mesmas palavras, que nós leitores amamos e odiamos simultaneamente e que são uma bóia de salvação para Liesel e um elo de ligação com o leitor. Este é um livro diferente em vários aspectos, seja pela escrita lírica que nos leva obrigatoriamente a pensar e a sentir, seja pela sua narradora improvável: A Morte. A ideia é simplesmente fenomenal. Markus Zusak usa a Morte como narradora, transformando-a em algo/alguém, digno de compaixão e até mesmo de amor, enquanto nos fornece informações passadas ou mesmo futuras sobre as pessoas sobre quem lemos e depositamos o nosso coração.

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Sinopse: Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary - filha de humildes pescadores d
a Cornualha - traçou o seu destino ao roubar um chapéu. 
O seu castigo: a forca. 
A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo. 
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época de uma colónia de condenados. O novo continente revala-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido...como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.

Opinião: Antes de mais, começo por dizer que, tanto a capa do livro, como a sinopse, não fazem justiça ao conteúdo do livro. Tanto um como outro incitam o leitor a pensar que está perante um romance, mais uma história de amor no meio de mil, passados em tempos conturbados; dois amantes separados pelos infortúnios do destino. Desenganem-se. Nunca me Esqueças é um livro baseado na história verídica de Mary Broad, uma rapariga de origens humildes, condenada à forca por roubar um chapéu mas rapidamente deportada a Nova Gales do Sul ou, noutras palavras, para o que hoje é conhecido como sendo a Austrália. Nunca me Esqueças relata o pior período da vida de Mary, ao mesmo tempo que conta a história do nascimento da Austrália. Os dois estão intimamente interligados e houve alturas em que desejei que os factos que a autora atirava sobre as condições de vida dos prisioneiros fossem pura ficção.

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Sinopse: Todas as manhãs ele lê para ela, de um caderno desbotado pelo tempo, uma história de amor que ela não recorda nem compreende. Um ritual que se repete diariamente no lar de idosos onde ambos vivem agora. Pouco a pouco, ela deixa-se envolver pela magia da presença dele, do que ele lhe lê, pela ternura dele...E o milagre acontece. A paixão renasce, transpõe o abismo do tempo, o abismo da memória, e por instantes ela volta para ele...Apesar da doença. Mas haverá mais.
Todos os dias, ele lê-lhe a história de um simples rapaz sulista e de uma rapariga destinada a brilhar na high society. A primeira paixão, clara como uma manhã orvalhada de maravilha e descoberta. Afastados depois pela impiedoso exigência do abismo que os separa. Catorze anos mais tarde, ele é um sobrevivente da guerra e ela está a poucos dias de tornar-se a mulher de outro homem. Mas volta por uma necessidade imperiosa de o rever. O reencontro traz de novo toda a magia. Terá o amor poder suficiente desta vez? Mas haverá mais. Sempre.

Opinião: Quando lemos um livro pela primeira vez, cujo filme já foi repetido uma dezena de vezes na televisão a experiência é completamente diferente. Quando as personagens já são nossas conhecidas e, já nos são queridas há uma tendência para ver para lá das palavras. A nossa imaginação voa para as imagens que conhecemos e rapidamente ultrapassamos os pequenos defeitos que possam haver. Isso aconteceu-me com O Diário da Nossa Paixão. Um livro tão diferente da sua adaptação cinematográfica mas, ao mesmo tempo, tão parecido.

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Opinião: Tal como na primeira temporada, procurei ver os episódios à medida que ia avançando na leitura. Um livro de cada vez, era o meu plano, que, para ser sincera, parecia bastante simples. O que eu não contava, porque não aconteceu na primeira temporada, era afeiçoar-me de tal modo à série e aos personagens que me vi incapaz de parar. Os dez episódios passaram a voar. A leitura, pela primeira vez, ficou em segundo lugar - ainda continua em segundo lugar à medida que vou avançando para a terceira temporada - o que é uma surpresa já que o mantra da minha vida é: o livro é melhor que o filme - neste caso série.

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Sinopse: Há anos que Kahlen segue as regras, esperando pacientemente pela vida que poderá considerar sua. Mas quando Akinli, um ser humano, entra no seu mundo, ela não consegue continuar a viver segundo as regras. De repente, a vida pela qual tem esperado não parece tão importante como a que está a viver agora

Opinião: Este não é o meu primeiro livro de Kiera Cass e, certamente não será o último. O tópico do romance também não me é estranho, ou à autora que conquistou milhares de leitores com as dúvidas intermináveis de América Singer, no entanto, A Sereia, ao contrário de A Seleção apresenta um tom muito mais mórbido e muito mais questionável do que um grupo de raparigas que aparecem num reality show
Em A Sereia a protagonista é uma assassina. A autora brincou com vários aspectos da mitologia no que toca às raparigas com caudas de peixe mas dois mantiveram-se incólumes: a beleza e a voz. Mas, a forma como decidiu descrever os assassinatos, os afogamentos, a própria indecisão e depressão da protagonista e das suas companheiras pareceu-me fria, egoísta e demasiado questionável para ser capaz de ver para lá disso. Não achei que foi um trabalho completo ou que deixasse a sua marca. A própria personagem de Oceano soou-me a forçada. Não consegui afundar-me no mundo de Kahlen. Não consegui ver para lá da morte e, principalmente, para a justificação dela, ou de frases como: "Apesar de Ela me aterrorizar, sinto o amor por baixo da Sua agressão". Não foi algo com o qual me conseguisse identificar.

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Sinopse: Simon Spier tem 16 anos e os únicos momentos em que se sente ele próprio são vividos atrás do computador. 
Quando Simon se esquece de desligar a sessão no computador da escola, os seus emails pessoais ficam expostos a um dos colegas que ameaça revelar os seus segredos, a não ser que Simon lhe faça um favor. 
Simon vê-se, assim, obrigado a enfrentar as suas emoções e a assumir quem verdadeiramente é perante o mundo inteiro. 
Uma história delicada que explora com naturalidade e humor a difícil tarefa que é amadurecer

Opinião: O Coração de Simon Contra o Mundo, uma das novas apostas da Porto Editora e em breve uma adaptação cinematográfica, revelou-se um livro verdadeiro e profundo em mais do que um sentido, o que foi uma surpresa. Há muito tempo que não me debruçava sobre as páginas de um contemporâneo onde cada um dos intervenientes, desde os amigos ao fundo da página, aos pais, surgem como pessoas com mais do que duas camadas, com defeitos e qualidades que somos capazes de reconhecer por entre as linhas. 
O título original Simon VS The Homosapien Agenda encaixa na perfeição na tonalidade do livro. A autora, Becky Albertalli fez, com Simon Spier, o leitor importar-se e tornar-se conhecedor das dificuldades ou, se não das dificuldades, das emoções pelas quais uma pessoa homosexual passa no processo de se dar a conhecer ao mundo.

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Sinopse: Todos conhecem a história profundamente dramática da jovem Anne Frank. Publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa do seu pai, o Diário veio a revelar-se ao mundo o que fora, durante dois longos anos, o dia-a-dia de uma adolescente condenada a uma voluntária auto-reclusão, para tentar escapar à sorte dos judeus que os alemães haviam começado a deportar para supostos "campos de trabalho".
Tentativa sem final feliz. Em Agosto de 1944 todos aqueles que estavam escondidos no pequeno anexo secreto onde a jovem habitava foram presos. Após uma breve passagem por Westerbork e Auschwitz, Anne Frank acaba então por ir a Bergen-Belsen, onde vem a morrer em Março de 1945, a escassos dois meses do final da guerra na Europa.

Opinião: O Diário de Anne Frank não é uma leitura nova para mim. O meu exemplar está mais do que usado. Era uma leitura frequente quando era mais nova mas já se passaram anos desde a última vez que o li e, embora os pormenores continuem frescos, quis relê-lo uma vez mais. Foi uma experiência de leitura completamente diferente, infelizmente baseado em factos mais do que reais, já que fui vendo vários documentários sobre o Holocausto, Anne Frank, Otto Frank  e Miep, relatos que complementaram a minha leitura, que me deram não só uma ideia do mundo exterior, como da vida daqueles que ajudaram a família Frank. Documentários que relataram o dia em que as oito pessoas que viviam no Anexo Secreto foram levadas pela SS.

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Sinopse: A obra "O Cavaleiro da Dinamarca", de Sophia de Mello Breyner Andresen, é uma narrativa infanto-juvenil que procura traçar o percurso de um Cavaleiro dinamarquês que, deixando a sua família, enceta uma peregrinação à Terra Santa. A narrativa conta-nos as peripécias dessa viagem, bem como o seu regresso ao lar.

Opinião: Tal como A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca foi um, de uma lista interminável de livros de leitura obrigatória. Na escola, as aventuras do cavaleiro dinamarquês foram avaliadas ao pormenor, retirando qualquer prazer à leitura. Agora, anos mais tarde, uma maratona levou-me a relê-lo. Uma leitura de uma hora, rápida que me fez voltar atrás no tempo. Uma prosa simples, mas repleta de aventuras, tão diferente de A Menina do Mar. Posso dizer com toda a confiança que apreciei muito mais a leitura deste livro. A complexidade dentro da simplicidade - se é que tal faz sentido, - deixaram-me encantada e as histórias dentro da história levaram-me a sorrir em alguns pontos, principalmente com as aventuras de Dante no mundo para lá deste e dos portugueses que desvendavam as águas para lá da Europa.

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Sinopse: Um rapaz, que vivia numa casa na praia, adorava tomar banho no mar e brincar nas rochas. Um dia, após um grande temporal, ao passear pelas poças de água, descobre uma menina, com um palmo de altura, a brincar com um polvo, um caranguejo e um peixe. Era a menina do mar que lhe conta a sua história e alguns dos segredos do mar. Voltam a encontrar-se várias vezes para conversar e descobrir como as coisas da terra são diferentes das do mar; o rapaz explica-lhe o que é a saudade e a alegria e mostra-lhe o fogo, a flor e o vinho. Falhada a tentativa de a levar a descobrir como se vive na terra, aceita, bebendo uma poção mágica, descer ao fundo do mar para se encontrar com a menina. A sua terra passou a ser o mar.

Opinião: Fazendo parte do Plano Nacional de Leitura, A Menina do Mar foi um livro requisitado por professores e por progenitores pela sua simplicidade. Um livro perfeito para espicaçar em qualquer criança o gosto pela leitura, um livro que, mesmo com as suas míseras páginas é capaz de despertar o pensamento. Afinal, o que é a saudade? No entanto, sou a primeira a admitir que, quando escolhi A Menina do Mar para a minha leitura foi, pura e simplesmente, porque não me recordava, de todo, da história. Li e leram-me a história incontáveis vezes - na sala de aula ou em casa - mas, por alguma razão, o seu conteúdo nunca ficou comigo durante muito tempo ao contrário do que acontece com, por exemplo, O Principezinho.

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Sinopse: O terceiro volume de «As Crónicas de Gelo e Fogo», a melhor série de fantasia da actualidade! Quando um cometa vermelho surge nos céus de Westeros encontra os Sete Reinos em plena guerra civil. Os combates estendem-se pelas terras fluviais e os grandes exércitos dos Stark e dos Lannister preparam-se para o derradeiro embate.No seu domínio insular, Stannis, irmão do falecido Rei Robert, luta por construir um exército que suporte a sua reivindicação ao trono e alia-se a uma misteriosa religião vinda do oriente. Mas não é o único, pois o seu irmão mais novo também se proclama rei, suportado por uma hoste que reúne quase todas as forças do sul. Para pior as coisas, nas Ilhas de Ferro, os Greyjoy planeiam a vingança contra aqueles que os humilharam dez anos atrás.O Trono de Ferro é ocupado pelo caprichoso filho de Robert, Joffrey, mas quem de facto governa é a sua cruel e maquiavélica mãe. Com a afluência de refugiados e um fornecimento insuficiente de mantimentos, a cidade transformou-se num lugar perigoso, e a Corte aguarda com medo o momento em que os dois irmãos do falecido rei avancem contra ela. Mas quando finalmente o fazem, não é contra a cidade que investem...O que os Sete Reinos não sabem é que nada disto se compara ao derradeiro perigo que se avizinha: no distante Leste, os dragões crescem em poder, e não faltará muito para que cheguem com fogo e morte!

Nota: Edição 2 volumes da Saída de Emergência

Opinião: A Fúria dos Reis de George R. R. Martin é um livro cuja acção decorre de forma mais vagarosa. Não há uma quantidade absurda de momentos lentos mas, a verdadeira luta, a verdadeira acção, é deixada para algumas míseras páginas. Neste volume os reis multiplicam-se como a praga, havendo um em cada esquina mas, tal como nos seus livros anteriores, é fácil de seguir as motivações das personagens "mais básicas" como Robb, Stannis, Renly ou Cersei, cujas acções se baseiam apenas na ânsia de vencer ou na preocupação pelos filhos mas, as motivações dos personagens mais interessantes, como do Duende, aprofundam-se e a teia de mistérios e de lutas políticas adensa-se.

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Sinopse: Mudar de escola no último ano e ser a miúda nova do liceu nunca é fácil para ninguém. Amanda Hardy não é excepção: se quiser fazer amigos e sentir-se aceite, terá de baixar as defesas e deixar que os outros se aproximem. Mas como, quando guarda um segredo tão grande? Quando tenta, a todo o custo, esconder o seu passado e começar uma vida nova?
Para piorar as coisas, apaixona-se perdidamente pelo rapaz mais popular do liceu e tudo o que mais quer é contar-lhe a verdade... Será que ele é tão especial quanto parece? Poderá confiar nele

Opinião: Se Eu Fosse Tua ou If I Was Your Girl, na versão original, de Meredith Russo é uma história comovente e, sobretudo, importante. O livro relata a história de Amanda Hardy, uma rapariga tímida, inteligente, bondosa mas marcada por acontecimentos passados, cujo nome de batismo é Andrew Hardy e que se vê forçada a deixar a sua casa para conseguir sobreviver. 
Desde a primeira página que sabia do que Se Eu Fosse Tua se tratava. Não houve qualquer dúvida para mim de que queria lê-lo pois queria saber mais sobre um tema onde o meu conhecimento é quase nulo e, posso dizer que a autora fez um belíssimo trabalho ao intercalar a vida actual da Amanda com a sua vida passada e as suas experiências porque, para ser completamente honesta, era onde o meu foco de interesse residia.

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Sinopse: Lily tem 25 anos. Acaba de se mudar para Boston, pronta para começar uma nova vida e encontrar finalmente a felicidade. No terraço de um edifício, onde se refugia para pensar, conhece o homem dos seus sonhos: Ryle. Um neuro-cirurgião. Bonito. Inteligente. Perfeito. Todas as peças começam a encaixar-se. 
Mas Ryle tem um segredo. Um passado que não conta a ninguém, nem mesmo a Lily. Existe dentro dele um turbilhão que faz Lily recordar-se do seu pai e das coisas que este fazia à sua mãe, mascaradas de amor, e sucedidas por pedidos de desculpa. 
Será Lily capaz de perceber os sinais antes que seja demasiado tarde? Terá força para interromper o ciclo?

Opinião: Isto Acaba Aqui ou It End With Us, na versão original é o livro do momento, uma - na minha opinião - das melhores apostas da Topseller. A autora, Colleen Hoover não é uma novata no que toca a brincar com as emoções do leitor e fá-lo como uma campeã com Isto Acaba Aqui. O meu principal conselho para aqueles que ainda não tiveram oportunidade de o ler é: vão às cegas. Não procurem por opiniões. Esta opinião em si, será vaga, apenas uma pequena amostra do que quero dizer. A própria sinopse do livro é, por si só, um spoiler, pelo que peguem apenas num dos muitos volumes que há por aí e leiam até os olhos começarem a doer.

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SinopseEstes são dias negros para Robert Baratheon, rei dos Sete Reinos. Do outro lado do mar, uma imensa horda de selvagens começa a formar-se com o objectivo de invadir o seu reino. À frente deles está Daenerys Targaryen, a última herdeira da dinastia que Robert massacrou para conquistar o trono. E ainda mais perto, na Corte, as conspirações continuam e o rio entre as várias Casas aumenta... 
Para lá da muralha de gelo, uma força misteriosa manifesta-se de maneira sobrenatural. E quem vive à sombra da muralha não tem dúvidas: os Outros vêm aí e o que trazem com eles é bem pior do que a própria morte... Ainda mais perto, na Corte, as conspirações continuam e o ódio entre as várias casas aumenta. Quando parece que nada poderia piorar, o rei é ferido numa caçada. Terá sido um acidente ou uma tentativa de assassinato?  
Nota: Edição 2 volumes da Saída de Emergência

OpiniãoE começou. Agora sim, o Inverno está a chegar. Até agora, A Muralha de Gelo revelou-se o meu favorito. Os nomes, anteriormente, confundidos num grupo demasiado grande de personagens, finalmente começou a fazer sentido. A confusão foi ultrapassada por uma necessidade abismal de saber mais. Foi o primeiro livro de George R. R. Martin que aproveitei na sua totalidade.
Mais uma vez, seguimos o curso de um núcleo demasiado grande de personagens mas George R. R. Martinc criou o equilíbrio perfeito de acontecimentos e de atenção a cada um dos intervenientes, agora um, para sempre desaparecido. A Muralha de Gelo culmina com o aparecimento de três criaturas maravilhosas e com o corte de cabeça de uma personagem importante para o desenvolvimento da história. As intrigas aumentam, há novos reis e rainha por todo o Westeros mas, pela primeira vez, não é difícil de acompanhar.

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SinopseNo mundo de Westeros, o senhor do castelo de Winterfell, Eddard Stark, recebe a visita do velho amigo, o rei Robert Barateou. Durante a estadia, o rei convida Eddard a mudar-se para a corte e a assumir a prestigiada posição de Mão do Rei. O convite é aceite, mas Eddard está longe de adivinhar que a sua vida, e a da sua família, está prestes a entrar numa espiral de tragédia e conspiração.
Quando Eddard Stark aceita tornar-se Mão do Rei, o seu objectivo é o de proteger o rei do clã da rainha, os Lannister. Mas ter os Lannister como inimigos é fatal e cedo descobre que a ambição dessa família não tem limites. Sozinho na corte, Eddard também se apercebe de que a sua vida nada vale. E até a sua família, longe no norte, pode estar em perigo.  
Nota: Edição 2 volumes da Saída de Emergência

Opinião: Para um mundo dominado pelo conhecimento de Westeros, sinto que sou uma das poucas almas que não conhecia o universo de George R. R. Martin. Uns episódios aqui, umas montagem no Youtube ali, e pouco mais. O que sabia era de conhecimento comum: um universo extenso comparável a Tolkien, um conjunto de personagens memoráveis, disputas políticas, sangue, sexo e magia. Não exactamente por essa ordem. Mas, a meu ver, não podemos exactamente compara-lo com O Senhor dos Anéis. Se me perguntassem, diria que George R. R. Martin criou um mundo de fantasia cujas personagens são mais reais aos nossos olhos, mais facilmente relacionáveis do que as de Tolkien algum dia poderiam ser.

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Opinião: Sempre fui da opinião de que as adaptações, sejam cinematográficas ou televisivas, perdiam parte do seu conteúdo original, perdendo em qualidade para o seu material homónimo mas, e apesar de chegar bastante tarde à fandom, a adaptação televisiva de A Guerra dos Tronos, de George R. R. Martin repete, quase palavra por palavra, o conteúdo/diálogo do livro a um nível que para mim é surreal. Para alguém que, como eu, foi avançando nas páginas ao mesmo tempo que avançava nos episódios, é fascinante ver a nossa imaginação tornada realidade. Uma adaptação de qualidade precisa de actuar como uma expansão do livro, dar ao leitor aquilo que ele nem sabia que queria e David Benioff e D.B.Weiss com esta primeira temporada de A Guerra dos Tronos conseguiram deixar, não só os leitores satisfeitos como atrair uma montanha de não-leitores para um mundo de fantasia complexo e magnífico.

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Sinopse: Helena Hamilton tem dezasseis anos e passou a vida inteira a tentar esconder o facto de ser muito diferente, o que não é tarefa fácil numa ilha tão pequena e resguardada como Nantucket. E está a tornar-se ainda mais difícil. Pesadelos com a travessia desesperada num deserto fazem com que acorde desidratada e com os lençóis estragados de sujidade e pó. Na escola, é assombrada com alucinações de três mulheres a chorarem lágrimas de sangue... e, quando se cruza pela primeira vez com Lucas Delos, não percebe que estão destinados a desempenhar os papéis principais numa tragédia que as Parcas insistem em repetir ao longo da história. 
À medida que Helena vai desvendando os segredos da sua ascendência, compreende que alguns mitos são mais do que simples lendas. Mas mesmo os poderes de semideuses poderão não ser suficientes para desafiar as forças que compelem Lucas e Helena a juntar-se... e que, ao mesmo tempo, tentam separá-los.

Opinião: Predestinados de Josephine Angelini é um livro sobre um amor impossível e de duas pessoas que estão condenadas a repetir a história, por mais trágica que ela seja. Helena Hamilton, a protagonista, é uma adolescente belíssima que passou a vida a tentar esconder o facto de ser diferente num mundo de iguais - literalmente. É um livro romântico com personagens belos, fortes e inteligentes, onde a perfeição encontra um caminho na vida daqueles que partilham um elo com os deuses, agora chamados de Rebentos.

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Opinião: 13 Reasons Why ou, Por Treze Razões, retrata a história de Hannah Baker, uma adolescente que decidiu tirar a própria vida e, através de Clay Jensen, o protagonista e narrador, conhecemos as razões - mais concretamente as treze razões, que levaram à sua decisão. É uma história baseada no livro original de Jay Asher, uma história difícil que toma uma abordagem diferente no ecrã, uma abordagem mais realista, mais forte e mais crua, pelo que a discrição é aconselhada, para pessoas que sofrem de depressão ou de outras doenças do foro psicológico, ou que tenham, ou já tenham tido tendências suicidas. Nesse caso, aconselho vivamente a não ver a série. 
O suicídio e as suas consequências ganham vida em 13 Reasons Why. Ao contrário do livro que é unicamente limitado à perspectiva de Clay, a série ganha um novo tom, uma nova vida, com a introdução de personagens como os pais de Hannah ou dando maior ênfase à vida dos intervenientes das cassetes que Hannah utiliza para contar a sua história. As cassetes foram, a meu ver, uma inovação, Jay Asher usou um meio de comunicação fácil e simples para contar uma tragédia e, para mim, continua a ser um dos pontos mais fortes da história.  


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Comprados. Oferecidos. Cedidos.
Fantasia. Ficção Científica. Contemporâneo.
Português. Inglês. 
Autores Nacionais. Autores Estrangeiros.
Editorial Presença. Chiado Editora. Entangled Publishing.  Bloomsburry Publishing. Hodder & Stoughton General Division. Nuvem de Tinta.

Mors Tua, Vita Mea
Última Estrela
Before I Fall
A Court of Thorns and Roses


#um agradecimento especial a Vanessa Santos por, muito gentilmente, me ter cedido o seu livro


SinopseSou a Sara, e estou agoniada, desesperada, com suores frios, o mundo ganhou profundidade, está calor, não, é frio, estou tonta. Tirem-me daqui, por favor.
É assim que se inicia o relato de Sara, a rapariga mais comum da cidade de Leiria. É-lhe transmitido pelo seu chefe um segredo de família que lhes trará dificuldades e mudanças.
Em pouco tempo, Sara verá a sua vida dar uma volta de 180º, viverá momentos de pânico, medo e de pura paixão.
Trata-se de um relato divertido, que descreve o desenrolar da trama de uma forma leve, dando a conhecer o ponto de vista de uma jovem na casa dos vinte anos e no auge da sua imaginação, descrevendo as cenas que vive com à-vontade e humor.

Opinião: Mors Tua, Vita Mea de Vanessa Santos pareceu-me, durante um número considerável de páginas, um livro a pender para o humor e para o divertido, considerando a própria sinopse e o próprio começo, algo caricato mas, à medida que a história se desenvolve as parecenças com algo humorístico desvanecem-se no ar. A verdade é que desconhecia a escrita de Vanessa Santos, pelo que, a título pessoal, fico grata pela possibilidade de não só dar a conhecer autores portugueses, como de ficar em contacto com o seu trabalho.

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Sinopse: Numa galáxia dominada pela corrente, todos têm um dom. 
Cyra é a irmã do tirano cruel que governa o povo de Shotet. O dom-corrente de Cyra confere-lhe dor e poder, que o irmão explora, usando-a para torturar os seus inimigos. Mas Cyra é muito mais do que uma arma nas mãos do irmão; é resistente, veloz e mais inteligente do que ele pensa. 
Akos é o filho de um agricultor e do oráculo de Thuvhe, a nação-planeta mais gelada. Protegido por um dom-corrente invulgar, Akos possui um espirito generoso e a lealdade que dedica à família é infinita. Após a captura de Akos e do irmão, por soldados Shotet inimigos, Akos tenta desesperadamente libertar o irmão, com vida, custe o que custar. 
Então Akos é empurrado para o mundo de Cyra, onde a inimizade entre ambas as nações e famílias aparenta ser incontornável. Ajudar-se-ão mutuamente a sobreviver ou optarão por se destruir um ao outro

Opinião: Gravar as Marcas de Veronica Roth é um livro de ficção científica rodeado de conceitos e de ideias simultaneamente originais e diferentes. É o primeiro livro da autora depois do sucesso de Divergente e, não podia ser o mais distinto. Seguimos as mesmas pisadas de mundos diferentes, ou melhor, uma galáxia distópica, mas a ideia por detrás de Gravar as Marcas é, a meu ver, mais complexa.

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Opinião: A Fonte Misteriosa ou Tuck Everlasting, na versão original, é um filme juvenil que descreve o acto de crescer e das mudanças que acontecem com esse crescimento (viva a redundância) uma delas sendo a percepção da morte e do que ela realmente representa. Winnifred Foster, uma rapariga naturalmente inteligente e curiosa mas protegida pelo dinheiro e pelo prestígio do seu próprio nome vê-se, de repente, no meio de uma família com um estilo de vida mais simples, mas com um segredo: os Tuck não envelhecem e não são capazes de morrer.

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SinopseBeing connected to Daemon Black sucks… Thanks to his alien mojo, Daemon’s determined to prove what he feels for me is more than a product of our bizarro connection. So I’ve sworn him off, even though he’s running more hot than cold these days. But we’ve got bigger problems.
Something worse than the Arum has come to town…

The Department of Defense are here. If they ever find out what Daemon can do and that we're linked, I’m a goner. So is he. And there's this new boy in school who’s got a secret of his own. He knows what’s happened to me and he can help, but to do so, I have to lie to Daemon and stay away from him. Like that's possible. Against all common sense, I'm falling for Daemon. Hard.
But then everything changes…
I’ve seen someone who shouldn’t be alive. And I have to tell Daemon, even though I know he’s never going to stop searching until he gets the truth. What happened to his brother? Who betrayed him? And what does the DOD want from them—from me?
No one is who they seem. And not everyone will survive the lies…

Opinião: Onyx é o segundo livro da série Lux de Jennifer L. Armentrout e, apesar de as minhas expectativas se situarem na estratosfera, não fiquei desiludida, pelo contrário. Onyx é, como Obsidian antes dele, um livro encantador, diferente no seu conteúdo paranormal e divertido! Desde a primeira à última página que sentia uma vaga de adrenalina e de felicidade sempre que tinha algum tempo para dedicar à leitura. Onyx é tudo o que um livro deve ser.

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Opinião: Elementos Secretos ou Hidden Figures é um filme baseado na obra de Margot Lee Shetterly, lançado em 2016 que relata a história até agora desconhecida de três mulheres afro-americanas que tiveram posições de destaque na NASA no início da década de 1960, nomeadamente, na missão de colocar o homem em órbita com o planeta Terra e, mais tarde, na ida do homem à lua.
O filme não assume completamente o seu lado dramático havendo imensos momentos de alívio cómico. No entanto, os momentos mais dramáticos, aqueles onde vemos em primeira mão a verdade por detrás de uma vivência segregada, são poderosos. O racismo, assim como o machismo são trabalhados intensamente e criam no espectador uma sensação de impotência e de revolta que acaba por ser atenuado por personagens como a de Kevin Costner que está à frente do seu tempo, vendo para além do género e da cor. Aqui na NASA todos fazemos chichi da mesma cor.
Enquanto espectador, celebramos as pequenas vitórias e choramos com as derrotas. Baseado em factos verídicos é difícil não gostar das três protagonistas, sendo que Janelle Monáe e Octavia Spencer possuem actuações mais secundárias mas com o propósito de testar os limites da sociedade branca. Ambas as actuações são actuações de valor e com mensagens que, infelizmente, ainda servem para os dias de hoje. Se fosse um homem já o seria.
Elementos Secretos prende o público do início ao fim. O desenvolvimento espacial mistura-se na perfeição com o estado político do país na década de 60 e as descobertas das formulas matemáticas transita com facilidade para uma vida familiar difícil e para a violência a que os afro-americanos estavam - e ainda estão - sujeitos. É impossível não sentir algum tipo de emoção ao ver três mulheres inteligentes, discriminadas não só pelo seu género mas também pela sua cor a conquistar o mundo dos homens, a abrir a passagem para outras tantas como elas.

Here at NASA we all pee the same colour



Outros títulos da autora



OpiniãoNeste momento vivemos numa época em que as séries dominam o tempo livre da maior parte das pessoas. Com canais como o SyFy, Fox, e plataformas como Netflix, Hulu, Tv Series é difícil não nos deixarmos embrenhar no mundo dos policiais, da aventura, do romance e da fantasia. Num mundo onde tudo está ao nosso dispor, é impossível não criar comparações, principalmente no que toca à qualidade do material, não só a nível visual como a nível da narrativa.
A primeira temporada de Shadowhunters foi vítima - ou não - de críticas não muito favoráveis - desde a perda da linha da narrativa, a erros criados pela própria produção às interpretações não muito apelativas, a série acabou por perder um grande número de espectadores por falhar no mais básico: não deu aos fãs aquilo que eles queriam.

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Opinião: O meu coração está cheio. A Bela e o Monstro não é o meu filme preferido da Disney - o troféu vai para O Rei Leão - mas anda lá perto. Bela, com a sua inteligência, personalidade e amor por livros conquistou-me desde tenra idade, mostrando que não nos devemos diminuir para conquistar o coração de outros. Bela reage, procura, e luta. Um exemplo para todas as crianças.
A verdade é que gostaria de ter visto a versão animada antes de ir ver o live action, mas o tempo não era muito e o entusiasmo em excesso, por isso, apenas, fui. Para aqueles com receio de que esta nova versão de A Bela e o Monstro possa estragar a imagem que têm do original: não se preocupem. A linha da história é a mesma, se não melhor. A banda sonora e as músicas mantém-se, imaginadas num mundo real, interpretadas maravilhosamente por cada um dos actores, levando o mais forte dos corações às lágrimas. Quem não se recorda da música "Beauty and the Beast"?

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Sinopse: Beauty and the Beast is one of the most classic tales ever written. A beautiful daughter dreams of meeting a handsome prince, but in order to save her father's life, she leaves home to live with a terrible, frightening beast. Though her patron is hideous, his disarming generosity slowly leads to a surprising connection. Generations of children have been fascinated by the story of the girl named Beauty, who grows to love a fearsome beast by learning to see and cherish his kindness, generosity, and intelligence.

OpiniãoA Bela e o Monstro é um conto-de-fadas intemporal que povoou a infância de um número demasiado grande de adultos, um conto-de-fadas que ainda consegue maravilhar crianças pelo mundo fora e que é, neste momento, mais conhecido pela sua adaptação animada.
Para além dos livros infantis que são uma cópia transcrita do filme da Disney, não conhecia a versão de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont que rescreveu o conto de Gabrielle-Suzanne Barbot de Villeneuve, a autora original, em 1756. O conto original La Belle et la Bête, data de 1740, pelo que é realmente antigo, um pormenor que escapava ao meu conhecimento, pelo que foi uma surpresa.
É diferente. É realmente muito diferente. Para os mais familiarizados com a versão da Disney, as semelhanças existem quer seja pela rosa que Beuty ou Bella pede ao pai, quer seja pela transformação do Monstro ou Beast novamente no Príncipe.

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Sinopse: Riley Bloom deixou a irmã, Ever, no mundo dos vivos e atravessou a ponte que conduz à vida depois da morte - um local chamado Aqui, onde o tempo é sempre Agora. Acompanhada pelo seu cão, Botão de Ouro, Riley juntou-se aos seus pais e está prestes a instalar-se numa morte agradável e descontraída quando a chamam para comparecer perante o Conselho. 
Aí, revelam-lhe um segredo - a vida depois da morte não é só uma eternidade de boa vida e Riley tem de trabalhar. Confiam-lhe, nessa altura, uma tarefa, a de ser uma Apanhadora de Almas, e um professor, Bodhi, um rapaz estranho que ela não consegue compreender bem. 
Riley regressa à Terra com Bodhi e Botão de Ouro para a sua primeira missão: um Rapaz Luminoso está a assombrar uma castelo em Inglaterra há séculos. Muitos Apanhadores de Almas tentaram convencê-lo a passar a ponte e falharam. Mas isso aconteceu antes de ele conhecer Riley.

OpiniãoClaridade apresenta um novo conceito do que é a vida depois da morte, um mundo que não é muito diferente do mundo dos vivos. Alyson Noel criou um conceito interessante daquilo que seria o "céu" com o conceito que se traduz no "Aqui & Agora". Um conceito que Riley, a protagonista de doze anos cujo maior desejo era chegar aos treze anos e ser oficialmente uma adolescente, parece ter dificuldade em compreender.

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Opinião: Não posso deixar de expressar a minha completa surpresa com Fallen. Durante os primeiros minutos do filme fiquei estarrecida com a qualidade, com a forma como decidiram apresentar o conteúdo paranormal da história de amor de Luce e de Daniel e admito que não pude deixar de ficar chocada por estar, efectivamente a adorar cada pedaço do filme. A minha relação com a escrita de Lauren Kate é peculiar e, por alguma razão, achei que esse sentimento ia passar para a adaptação cinematográfica, mas não. A meu ver - apesar de alguns pontos menos bons - Fallen está belíssimo.
Fallen é uma história de amor, portanto, não se deixem enganar pelos efeitos especiais. A essência do livro é efectivamente um romance proibido, um amor maldito e Jeremy Irvine e Addison Timlin foram absolutamente fantásticos. Addison interpretou Lucinda de uma forma profunda. As emoções da actriz eram facilmente contagiantes, a forma como entregava o diálogo adequava-se às situações e, mais importante, a sua evolução pareceu-me realista e não forçada. O mesmo para o actor que interpreta Daniel Grigori que me fez sentir cada pedaço da sua dor como se fosse minha.
A cinematografia deixou-me de boca aberta, a música adequou-se perfeitamente ao ambiente, ao próprio tom da história evoluindo à medida que as recordações surgem, que mortes acontecem e que verdades são expostas, os efeitos especiais não foram os melhores mas também não me fizeram desviar o olhar de horror.
Fiquei realmente impressionada. As minhas expectativas estavam muito perto do zero mas, de algum modo, o casting estava on point, a química existia e Fallen ainda fez algo que quatro livros não conseguiram mas que a autora ainda tentou - fez-me sentir que, por momentos, Luce poderia ficar melhor com Cam e fez-me chorar a morte de um inocente de quem nada sabia e com o qual nunca me importei.
Mas, como na maior parte das adaptações, houve partes que se afastaram do material original, mas, ainda assim, foram alterações aceitáveis que não mudaram de forma ultrajante o coração da história e, apesar de não vermos tanto quanto gostaríamos de personagens como Gabby, Arianne ou Roland eles existem e, mais importante, a sua presença é notada e serve como motor para o ambiente de mistério e de descoberta que envolve a protagonista.
Por outro lado, Fallen pecou - muito - pelo final. Os efeitos especiais não aquecerem nem arrefeceram e uma luta que devia parecer épica pareceu-se mais com uma luta juvenil entre dois seres poderosos mas, ainda assim, o que mais me chateou, foi a falta de "tacto" para a morte de uma das personagens mais queridas e, pelo final anti-climático. Desde o momento da descoberta, demoramos cinco minutos a chegar aos créditos. Não há cúpula, não há aprisionamento, não há medo, apenas uma imensa confusão pela rapidez com que a acção se desenvolve à frente dos meus olhos. No entanto, a verdade é que removendo o final, a viagem, a jornada até à verdade não é senão interessante e misteriosa e Fallen é certamente uma adaptação que merecia mais do que aquilo que provavelmente vai ter.
Outros títulos da colecção:
*Anjo Caído - adaptação cinematográfica aqui.
*Tormento
*Paixão 
*Êxtase
*Unforgiven
*Fallen in Love (short-stories)

Outros títulos da autora
*Lágrima 
*A Cascata do Amor

*Last Day of Love (short-stories)


Sinopse: Em 2003 numa viagem com a família, o pequeno Colton, sentado na sua cadeirinha no banco de trás do carro, começou a falar sobre os anjos que o tinham visitado durante a operação à apendicite agua... O pai sacerdote, nem quero acreditar. Estacionou, respirou fundo, e fez algumas perguntas ao filho. E o miúdo respondeu, sem dar muita importância ao assunto. Falou dos seus encontros com Deus e com Jesus, das visões que teve durante a cirurgia, da mãe e do pai a rezarem enquanto ele era operado. 
Foi apenas o início. Nos anos seguintes, nas alturas mais inesperadas, a crianças recordaria a sua breve passagem pelo Céu. Vinham-lhe à memória imagens de factos que não conhecia, nem poderia conhecer: como o bisavô, que tinha morrido há mais de 30 anos, ou a irmãzinha mais nova - um aborto da mãe mantido há anos em segredo pela família. 
Como era possível? Todd Burpo, pai mas também homem da Igreja, encarou a situação com enorme cepticismo. Consultou elementos da sua congregação, investigou sobre o assunto. E aos poucos teve de se render à evidência: o seu filho tinha de facto visitado o céu, e trazia consigo uma importante mensagem para partilhar...

Opinião: O Céu Existe Mesmo relata a história de Colton, um menino de quatro anos que, no seguimento de uma cirurgia ao apêndice foi ao Céu e de lá trás relatos de aspectos fantásticos capazes de dar esperança ao homem mais descrente. Ao longo dos anos, o menino vai crescendo e, com ele, vão se desenrolando mais pormenores sobre aquela que é a vida depois da morte.

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Sinopse: Mishima, o pai, é especialista em mortes violentas e dirige o negócio com mão de ferro. Lucrécia, a matriarca, é grande adepta de envenenamentos e detém as receitas mais fatais. A prole, composta por Vincent que projecta um parque diversões temático, e Marilyn que se vê obrigada a renunciar ao suicídio para manter o bom nome da família, aumenta com o nascimento de Alan, a criança que traz com ela uma terrível maldição: a alegria de viver. 
O pequeno Alan passa os dias a cantarolar, a consolar os cliente e, pior que tudo, a rir. Sim, Alan gargalha. Alan é um optimista. E prepara-se para saltar com gáudio e devoção o próspero negócio de família.

Opinião: "A sua vida foi um fracasso? Connosco a sua morte será um sucesso!" Esta frase é o lema da Loja dos Suicídios e da família Tuvache e resume na perfeição a essência da história. Jean Teulé criou uma narração diferente, recheada de humor negro, algo que, até agora, ainda não me tinha passado pelas mãos. As personagens são, a bem ver, únicas, com um propósito de vida fora do normal: proporcionar a morte das outras pessoas.
A verdade é que me ri várias vezes em voz alta com a absurdidade da Loja dos Suicídios e, se me afastar o suficiente, consigo perceber até que ponto é que pode parecer ofensivo, uma vez que uma depressão não se cura apenas com uma máscara gira. Mas, Jean Teulé não deu muita importância aos motivos pelos quais os fregueses desejavam a noite eterna, mas sim à forma como eles o iriam fazer ou à forma como Alan, o pequeno raio de sol da Loja dos Suicídios procurava impedir o acto.
A Loja dos Suicídios tem uma mensagem bem definida desde a primeira página: a vida vale a pena ser vivida. Percebemos rapidamente que, com Alan, vamos percorrer um caminho diferente, de revelação e de amor. Os seus irmãos são os primeiros a perceber, seguidos da Lucrécia, a sua mãe. Até lá as tentativas para reajustar a mente de Alan são uma das principais linhas temporais da história.
A Loja dos Suicidios lê-se rapidamente. Os capítulos são curtos, as frases bem espaçadas e é fácil de imaginar-mos a loja com os diferentes objectos porque ela vai-nos sendo apresentada, devagar. É o único espaço que Jean Teulé nos mostra e é o suficiente. No que toca à técnica, a escrita de Jean Teulé é irrepreensível e bela mas, não sei se foi da tradução ou não, por vezes deparava-me com frases completamente unidas pelo que quebrava o ritmo da leitura.
O fim dá-nos exactamente que aquilo que esperávamos e o oposto. Se há algo que não compreendo e que ainda me faz confusão é o motivo pelo qual Alan abriu a mão, porque é que fez exactamente aquilo que abominava. A sua ideia de sacrifício difere da minha e a compreensão ainda não me atingiu como desejava.
Outros títulos do autor


Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 546
Editor: Chiado Editora
ISBN9789895130771
Idioma: Português
SinopseSou a Sara, e estou agoniada, desesperada, com suores frios, o mundo ganhou profundidade, está calor, não, é frio, estou tonta. Tirem-me daqui, por favor.
É assim que se inicia o relato de Sara, a rapariga mais comum da cidade de Leiria. É-lhe transmitido pelo seu chefe um segredo de família que lhes trará dificuldades e mudanças.
Em pouco tempo, Sara verá a sua vida dar uma volta de 180º, viverá momentos de pânico, medo e de pura paixão.
Trata-se de um relato divertido, que descreve o desenrolar da trama de uma forma leve, dando a conhecer o ponto de vista de uma jovem na casa dos vinte anos e no auge da sua imaginação, descrevendo as cenas que vive com à-vontade e humor.

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Excerto

"Fui a andar bamboleando-me como fazem as modelos nos desfiles de moda. 
Logo aí começou mal, torci um tornozelo, mas lá veio o meu salvador amparar-me, e é aí com um ar muito espantado (pensava eu que por causa da minha figuraça, até dava saltos mortais por dentro de alegria),que me diz com um grande sorriso: 
- Gosto dessa nova moda! Não conhecia. 
- Que moda? Torcer um tornozelo no primeiro encontro? - Respondi a sorrir (namorávamos ou andávamos, como quiserem, há uma semana) 
- Não, desse “chapéu” novo, não conhecia. É a tendência deste verão? - Riu-se 
Não imaginam como me senti. Quando falou parecia que o fazia através de um megafone, de tão alto e nítidas que aquelas palavras me soaram: 
- Chapéu? – Disse eu num fio de voz. 
- Sim! Tens a touca do banho na cabeça! Estou mesmo desactualizado no que toca a moda, mas uma tal coisa nunca me passaria pela cabeça. - Riu 
(...) 
Aquela voz...fina, algo rouca e com uns agudos...Calem a mulher! Se calhar foi por isso que nunca casou. Ninguém aguenta. Para mais acompanhado com aquele feitio. "

Sobre a autora:

Vanessa Santos é natural de uma das freguesias mais antigas da cidade de Leiria, Cortes. Ao longo dos anos, foi descobrindo o gosto pela leitura, tendo concluído, que o seu gosto e género literário pende, essencialmente, para o thriller, terror, ficção científica e, principalmente, histórias de crime e mistério, sendo por isso, leitora de nomes como Agatha Christie e Stephen King. 
A autora de “Mors Tua, Vita Mea – A tua morte, a minha vida”, é licenciada em Direito, e Advogada estagiária, sendo publicada em Portugal e no Brasil nas áreas do direito civil e penal. 
A transição de ano de 2014 para 2015 culminou com a edição da sua primeira experiência no mundo da escrita com um texto que teimava em ficar apenas no fundo de uma gaveta, mas que se espera não ser o último a sair de lá.

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Fantasia. Ficção Científica. Contemporâneo.
Português. Inglês. 
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Editorial Presença. Chiado Editora. HarperCollins. Simon's & Schuster. Topseller. Bertrand Editora. Entangled Publishing.  

Shatter Me 
The Unbecoming of Mara Dyer 
A Biblioteca de Almas

#um agradecimento especial a Carina Sapateiro por, muito gentilmente, me ter cedido o seu livro