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| Review | A Escolha de Kiera Cass


Sinopse: Chegou a altura de coroar a vencedora. Quando foi escolhida para competir na Seleção, America nunca imaginou chegar perto da coroa - ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que o fim da competição se aproxima e as ameaças fora dos muros do palácio se tornam mais cruéis, America descobre o quanto tem a perder - e o quanto terá de lutar pelo futuro que deseja.  
Synopsis: The time has come for one winner to be crowned. When she was chosen to compete in the Selection, America never dreamed she would find herself anywhere close to the crown—or to Prince Maxon's heart. But as the end of the competition approaches, and the threats outside the palace walls grow more vicious, America realizes just how much she stands to lose—and how hard she'll have to fight for the future she wants.


Disclaimer: Tal como A Seleção, esta é a segunda opinião. A opinião de A Escolha foi publicada do DeliriousBeautifulMind no dia 8 de Outubro de 2015 e era, sobretudo um resumo. Nesta nova leitura, espero que a opinião seja mais pertinente

OpiniãoA Escolha traz-nos a conclusão da história de America Singer e, com ela, um sentimento incrível de perda. A Seleção foi a primeira opinião a ser publicada no Delirious Beautiful Mind pelo que tem um significado extra-especial. Kiera Cass não mudou o seu estilo: a escrita é fluída e a leitura rápida. Aliás, A Seleção, A Elite e A Escolha são leituras extremamente fáceis, apesar de o mesmo não se poder dizer da protagonista, America Singer.
Foi uma leitura satisfatória e, apesar de ter uma conclusão previsível, o caminho para chegar à última página teve as suas atribulações. Se me afastar do livro, posso ver com mais clareza os seus maiores defeitos e, o principal neste volume é, sem dúvida, o facto de que não possui uma “linha de raciocínio” e não possui um conteúdo diferente daquilo que já vimos. No fundo, A Escolha - não querendo entrar em muitos pormenores - pode ser igualmente resumida à questão: quem é que se declara em primeiro lugar e pouco mais. Este fator de resistência arrastou o livro durante mais tempo do que o necessário, aumentando ainda mais a frustração que já existia - em quantidades demasiado elevadas - em relação a America.
No entanto, a autora correu alguns riscos com A Escolha porque era necessário uma resolução para o conflito exterior, ou seja, para os rebeldes que se revoltavam contra o mundo criado e, a capacidade de Kiera Cass para a dissolução foi fácil e simples. No fundo foi uma solução forçada para um problema que devia ter tido um maior impacto ao longo dos três livros. Isto é, efectivamente um problema, porque cria capítulos completamente desnecessários e que não fazem o mínimo de sentido para uma pessoa minimamente sã.
Com A Escolha somos, enquanto leitores, obrigados a questionar a mestria da autora em criar cenas de acção verosímeis, ou pelo menos, a dar uma justificação para a sua existência. Kiera Cass reservou umas quantas surpresas para o final e sim, foi emotivo e fez-me sentir todo o tipo de emoção, desde a negação à incerteza, passando depois pelo alívio mas, não retira o facto de não ser uma conclusão satisfatória para um problema maior.
Ainda assim, A Escolha foi uma leitura que entreteve e, a forma como agarra o leitor é imediata e a verdade é que todos os pontos negativos que foram mencionados ao longo das três opiniões, são rapidamente ultrapassados com o romance e com a exploração das emoções e dos sentimentos de America. Kiera Cass é óptima no romance e muito aquém na construção do mundo mas, foi uma construção suficiente. É um guilty pleasure.

Review: The One brings us to the conclusion of America Singer's story and with it an incredible sense of loss. The Selection was the first opinion to be published in the Delirious Beautiful Mind reason why it has an extra-special meaning. Kiera Cass has not changed her style: writing is fluid and reading fast. In fact, The Selection, The Elite and The One are extremely easy readings, although the same can not be said of the protagonist, America Singer.
It was a satisfactory read and, despite having a foreseeable conclusion, the road to the last page had its tribulations. If I turn away from the book, I can see more clearly its major defects, and the main one in this volume is undoubtedly the fact that it has no "line of reasoning" and has no content different from what we have already seen. Basically, The One - not wanting to go into too much detail - can be equally summed up to the question: who declares himself in the first place. This resistance factor dragged the book on for longer than necessary, further increasing the frustration that already existed - in amounts too high - in relation to America.
However, the author took some risks with The One because a resolution was needed for the external conflict, that is, for the rebels who revolted against the created world, and Kiera Cass's capacity for dissolution was easy and simple. In the background was a forced solution to a problem that should have had a greater impact throughout the three books. This is indeed a problem because it creates completely unnecessary chapters that do not make the least sense to a minimally sane person.
With The One we are, as readers, obliged to question the author's mastery in creating plausible action scenes, or at least to give a justification for their existence. Kiera Cass reserved a few surprises for the end and yes, it was emotional and made me feel all kind of emotion, from the negation to the uncertainty, then the relief, but it does not remove the fact that it is not a satisfactory conclusion to a bigger problem.
Still, The One was an entertaining read, and the way it grabs the reader is immediate and the truth is that all the negatives that have been mentioned throughout the three reviews are quickly outdated by the romance and the exploration of the emotions and the feelings of America. Kiera Cass is great in the romance and far behind in building the world but it was a sufficient construction. It's a guilty pleasure.

Break my heart. Break it a thousand times if you like. It was only ever yours to break anyway.




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