Sinopse: A família Sinclair parece perfeita. Ninguém falha, levanta a voz ou cai no ridículo. Os Sinclair são atléticos, atraentes e felizes. A sua fortuna é antiga. Os seus verões são passados numa ilha privada, onde se reúnem todos os anos sem excepção. 
É sob o encantamento da ilha que Cadence, a mais jovem herdeira da familiar, comete um erro: apaixona-se desesperadamente. Cadance é brilhante, mas secretamente frágil e atormentada. Gat é determinado, mas abertamente impetuoso e inconveniente. A relação de ambos põe em causa as rígidas normas do clã. E isso não pode acontecer. 
Os Sinclair parecem ter tudo. E têm, de facto, Têm segredos. Escondem tragédias. Vivem mentiras. E a maior de todas as mentiras é tão intolerável que não pode ser revelada. Nem mesmo a si. 

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«Este livro vai ficar na sua memória para sempre» diz, a Entertainment Weekly. «Surpreendente, apaixonante, trágico e belo. E o final? É incrível! Este livro vai dar que falar.», segundo Booklist.
A capa pede: E se alguém lhe perguntar como acaba este livro... Minta. POR ISSO NÃO VOU MENCIONAR NENHUM PORMENOR E VOU APENAS DIVAGAR SOBRE O QUANTO ADOREI!
Primeiro que tudo, a forma como a história se desenvolve, a semântica, a narrativa, (...) estava no ponto. Não é, de todo, aborrecido, em momento algum, e talvez, por isso, fui capaz de o ler em pouco mais de um dia. Os capítulos são curtos e isso torna a leitura mais rápida, mais activa, mais dinâmica. E trinta páginas parecem facilmente cem, o que é excelente! Não há "palha". A autora fez um trabalho fenomenal em condensar a história.
No início, apesar da árvore genealógica e da concepção da ilha, torna-se um pouco confuso a mistura da família: quem é quem? Mas rapidamente, em dez páginas, apanhamos o ritmo. E, posso dizer, sem qualquer tipo de dúvida, que "Quando Éramos Mentirosos" é uma das minhas LEITURAS FAVORITAS do ano até agora.
A história tem uma aura misteriosa à sua volta - acho que isso se percebe nem que seja pelo título - é um livro completamente diferente dos que li até agora e, apesar de eu saber, pelos vídeos do Youtube, reviews, fosse o que fosse, que o final seria surpreendente - não é preciso ir longe, há uma frase na capa - e de isso me fazer questionar cada acção, cada momento, cada diálogo, nada me preparou para o final, e COMO ELE FOI SURPREENDENTE. Há a sensação de que não podemos confiar no narrador, em Cadance, há imensas metáforas para a dor e outras emoções. Houve tantas más interpretações da minha parte. Suposições erradas. MUITO ERRADAS. É um livro que explora muito bem a ideia de riqueza e do poder um de nome, da falsidade e do preconceito e, mais do que tudo, DA ESTUPIDEZ ADOLESCENTE.
Para aqueles que leram "Quando Éramos Mentirosos" adivinharam o final?


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